“You jump, I jump. You can’t make people care, and then just give up. We can do this. You don’t have to make the choice right now, to loose weight or to recover, but you can’t give up on both. Everyone makes mistakes, everyone screw up, but it’s never to late to fix it. So what if these aren’t the happiest days of your life, it doesn’t mean there wont be more happiness later.
2010 starts tomorrow. Nothing else counts! Forget the past, and try to be happy that you still have a future. For all we know, this is the one and only life we’ll get.”
___________________________________________________________
É incrível como cativamos as pessoas – mesmo que estejam do outro lado do mapa, mais especificamente na Escandinávia – e elas nos cativam. Como temos tantas coisas em comum, tantas dores, lágrimas, soluços, cortes… dores compartilhadas. Sofrimentos divididos. Um coração só. Quando ele disse: “Nunca pergunte por quem o sino dobra, ele dobra por ti”, estava mais do que certo!
A vida pode ser feia, vamos acabar fodidos mesmo né? Mas aquece a alma – como meias de lã no inverno – pessoas que sem importam com a gente sem mesmo terem nos conhecido pessoalmente… pode uma coisa dessa? Acho que sim. Me sinto cuidada, abraçada, olhada, protegida… quero anjos da guarda em todos os países e continentes. Egoísta? Talvez. Mas cansei de sofrer e quem nunca se cansou, é porque nunca sofreu. Se não tiver meus anjos, beleza sabe? – parafraseando Caio F – e tudo e tal… Terei sempre Erik Satie, Hilda Hilst, Clarice, Chico, Dylan, Bowie e muitas páginas em branco esperando para serem preenchidas.
E tudo e tal…
_____________________________________________________
Só não pode terminar assim:
Poltrona Verde (Laura Finocchiaro e Caio Fernando Abreu)
Aqui sentada abandonada
Contemplo o mundo imundo
O tudo e o nada
Assim eu estou tão cansada
Assim perdida alucinada
Sobre o verde veludo desta poltrona
Apaixonada por tudo e nada
Navego em sedas me perco em mares
Eu tão distante do mar da vida
Farta de amores
Cheia de bares
Aqui sentada incendiada
Contemplo o mundo vagabundo
O nada e o tudo
Fumar é um prazer
Toda ferida aqui parada
Quase afogada na lama verde
Veludo mudo poltrona vida
Única amiga de uma cilada
Tão colorida
Que me deixou
Aqui sentada iluminada
Contemplo o mundo o mal o bem
O tudo o nada e o mais além
Vou pra não voltar

































